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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Os políticos do DEM do DF deram uma demonstração de grande avanço tecnológico, transportando dinheiro na meia. Para tal, só é necessário que o cidadão use meia três-quartos, de elástico até o joelho, assim cabe mais.
Com isso, notamos uma evolução: o PT colocava-os na cueca, correndo o risco dos numerários vazarem pela calça e atingirem o chão, além de correrem o risco de saírem com cheiro de peido, ninguém sabe...
Parabéns ao DEM, evolução é progresso.

2 comentários:

Eduardo P.L disse...

Sem falar na falta de Título deste post, devo dizer que os políticos do "DETRITO FEDERAL" estão cada dia mais competentes. A prática contínua dos delitos, os fazem mais precisos e objetivos!

Quanto aos posts anteriores, faltou dizer que pelo visto a vida anda dura ( pelo menos a vida !!!), pois só nos conta papos com barmans nas praias de Buzios!!! srsrsr

entremares disse...

Meus amigos... – e ergueu o copo – vamos brindar...
A vintena de convidados levantou os copos, enquanto se iam erguendo a custo das confortáveis cadeiras.
- Nós... – começou o orador, sentindo a inspiração a crescer - ... nós somos os tais insignificantes... os tais que precisam de levar um número... para nos distinguirmos uns dos outros...
Um par de cabeças acenou de imediato, concordando.
- ... Nós somos os tais... que somos tão vulgares... mas tão vulgares, que o nosso nome se confunde com qualquer coisa, a tal ponto de ninguém nos conhecer pelo apelido...
Mais meia dúzia de cabeças abanaram, concordando com o orador.
- Mas nós somos especiais... tão especiais como quaisquer outros... tão capazes como quaisquer outros... apesar de termos o mais vulgar dos apelidos...
Os copos ergueram-se, galvanizados pelo tom enérgico do orador.
- Quem somos nós? – gritou o orador.
- Os Silva – respondeu a assembleia em coro.
- Quem somos nós? – voltou a gritar o orador, ainda mais entusiasmado.
- Os Silva... – e a vintena de convidados, de copo na mão, erguia o champanhe e tilintava os copos, num ruidoso festim.
- Nós somos os Silva – continuou o orador... o apelido mais português de Portugal... minhas amigas... meus amigos... nós somos os mais genuinos dos apelidos...

Gritos. Brindes. O êxtase completo. O champanhe corria vertiginosamente sobre os copos de pé alto, em sucessivas cascatas de brindes. Primeiro aos Silvas, depois ao país, depois novamente aos Silva, depois... bem, já não interessava, havia que brindar a qualquer coisa...
- Um brinde ao nosso Silva_128... o nosso anfitrião... – gritou alguém.
E os copos ergueram-se, para logo se esvaziarem de seguida.

- Obrigado, meu amigo Silva_69... obrigado... hoje já somos muitos... amanhã, ainda seremos muitos mais... todos nós, os utilizadores dos Messengers, dos mails, dessas coisas todas das novas tecnologias... que nos obrigaram a colocar um número à frente do nosso apelido...
Palmas, muitas palmas...
- Brindemos, pois, novamente... a nós... os Silva...
- Aos Silva...

Os copos ergueram-se de novo.
A festa ainda prometia durar...

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